segunda-feira, 30 de junho de 2008

White: New Home Sales

Brown: Taxa FED - CPI

Green: Índice Preços Commodities: CRY

EU: 4% Inflação

Estagflação - it´s the name of the game.

A culpa é dos Bancos Centrais e dos crentes na teoria misticista na qual a criação de moeda e/ou taxas de juros administrativamente fixadas para incentivar o crédito traz algum bem à economia.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Private Roads And A City With No Government Property

web site for the City of North Oaks:

"Because residents' properties extend to halfway across the road, all residential roads in the City are private and for the use of North Oaks residents and their invited guests only.

The City owns no property. With residents owning the roads, the North Oaks Home Owners' Association owns the park and recreation areas and trails throughout the City." (Via LRCBlog)

terça-feira, 17 de junho de 2008

Inflação e expectativas

Camilo Lourenço em Porque os juros vão subir:

"Compreende-se agora a “ameaça” do presidente do BCE, de que as taxas de juro de referência deverão voltar a subir (já em Julho?). O BCE já percebeu que se está a instalar nos agentes e sujeitos económicos europeus a ideia de que a inflação se vai manter alta. Ou seja, começa a concretizar-se o pior pesadelo de qualquer banco central: as expectativas de inflação elevada estão a enraizar-se na economia e os europeus começam a tomar decisões com base nela. Há duas formas de reagir ao problema. Acomodar esse sentimento (e dentro de dois ou três anos perde-se o controlo da inflação); utilizar a política monetária para inverter essas expectativas (o caminho certo). Graças a Deus temos um banco central independente. "

Existem (muitos) economistas com piada (uma virtude).

Não só conseguem passar por cima que o primeiro culpado pela inflação é o próprio Banco Central como depois elegem os Bancos Centrais como salvadores da pátria:

Mas "Graças a Deus" são independentes (independentes de quê? do sistema político e regime que os nomeia e paga os salários? boa piada)!

E a vantagem? Quando aparecem .... salvam-nos da inflação provocada por... sei lá, pelas reivindicações dos sindicatos:

"... as empresas, que deveriam estar a precaver-se do impacte negativo que o arrefecimento da economia vai ter nas suas contas, revelam-se incapazes de conter as reivindicações dos sindicatos."

E o pior pesadelo? "as expectativas".

Sim, sim, quando as pessoas se põem com "expectativas"... é de facto terrível. Um dia acordam e dizem: "hoje estou com expectativas". E ligam logo para o sindicato para exigir aumentos. E isso é que provoca a inflação.

PS: E ainda remata com "P.S. – O caso irlandês mostra o erro de dar aos referendos poder de decisão em matérias constitucionais."

PS2: O caso Camilo Lourenço mostra o erro de se dar aos economistas poder de decisão em matérias monetárias.

PS3: Uma constituição não referendada tem legitimidade? Portugal deveria ser Espanha se o parlamento o aprovasse?

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Socialismo e selvajaria

Na sequência de um gentil convite do Pedro Correia, contribuí com um pequeno texto para o Corta-Fitas: A selvajaria do "Estado Social".

terça-feira, 10 de junho de 2008

Keynesianism Redux

"Evidently, the "cyclically balanced budget" was the first Keynesian concept to be poured down the Orwellian memory hole, as it became clear that there weren't going to be any surpluses, just smaller or larger deficits. A subtle but important corrective came into Keynesianism: larger deficits during recessions, smaller ones during booms. (...)

For if the government was supposed to step on the spending accelerator during recessions, and step on the brakes during booms, what in blazes is it going to do if there is a steep recession (with unem ployment and bankruptcies) and a sharp inflation at the same time? What can Keynesianism say? Step on both accelerator and brake at the same time? The stark fact of inflationary recession violates the fundamental assumptions of Keynesian theory and the crucial program of Keynesian policy. Since 1973-74, Keynesianism has been intellectually finished, dead from the neck up.

But very often the corpse refuses to lie down, particularly one made up of an elite which would have to give up their power positions in the academy and in government. One crucial law of politics or sociology is: no one ever resigns. And so, the Keynesians have clung to their power positions as tightly as possible, never resigning, although a bit less addicted to grandiose promises.

(...) Essentially, then, shorn of its intellectual groundwork, Keynesianism has become the pure economics of power, committed only to keeping the Establishment-system going, making marginal adjustments, babying things along through yet one more election, and hoping that by tinkering with the controls, shifting rapidly back and forth between accelerator and brake, something will work, at least to preserve their cushy positions for a few more years.

(...) The triumph of Keynesianism within the Reagan Administration stems from the rapid demise of the monetarists, the main competitors to the Keynesians within respectable academia. Having made a series of disastrously bad predictions, they who kept trumpeting that "science is prediction," the monetarists have retreated in confusion, trying desperately to figure out what went wrong and which of the many "M"s they should fasten on as being the money supply. The collapse of monetarism was symbolized by Keynesian James Baker's takeover as Secretary of the Treasury from monetarist-sympathizer Donald Regan. With Keynesians dominant during the second Reagan term, the transition to a Keynesian Bush team--Bush having always had strong Keynesian leanings--was so smooth as to be almost invisible. " Making Economic Sense by Murray Rothbard

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Sudha Shenoy (1943-2008)

Tive o privilégio de conhecer pessoalmente Sudha Shenoy em Londres no final de 2006, numa palestra organizada por Anthony Evans, a que se seguiu uma animada discussão ao jantar sobre, entre outros temas, o renascimento da Escola Austríaca nos anos 1970, um processo em que Shenoy teve um papel importante, ainda que pouco conhecido (mesmo entre austríacos, e especialmente entre os austríacos mais novos).

Para além da fascinante palestra assente na combinação dos vastíssimos conhecimentos de história económica de Shenoy com os ensinamentos da Escola Austríaca, recordo a sua paciência e amabilidade para, apesar do cansaço acumulado da viagem e da apresentação, responder às nossas questões sobre o seu extraordinário percurso de vida e sobre figuras como o seu pai (B. R. Shenoy), Hayek e Rothbard.

Recomendo a leitura desta entrevista a Sudha Shenoy na Austrian Economics Newsletter (2003), assim como dos comentários de Anthony Evans, Steven Horwitz, Ralph Raico, Frederic Sautet, Peter Klein, Lew Rockwell , Thomas DiLorenzo e Bill Anderson.

Post anteriormente publicado n'O Insurgente.

quarta-feira, 4 de junho de 2008