sexta-feira, 17 de novembro de 2006

Milton Friedman RIP III

Claudio Tellez sobre Milton Friedman n'O Insurgente:

Sem Friedman, o Chile não seria o que é hoje. A China, de certa forma, também não. Mas não precisamos referir-nos somente aos frutos que estamos colhendo na atualidade. Ao lado de outros grandes homens, como Karol Wojtyla e Ronald Reagan, Friedman deixou o seu legado como um dos homens cuja contribuição foi essencial para pôr fim a um dos períodos mais negros da história da humanidade: a Guerra Fria.

Podemos não concordar inteiramente com as teses de Friedman. Hayek (outro grande homem!), por exemplo, não concordava. Mas não podemos negar o seu impacto e a sua importância, e devemos reconhecer a sua incansável defesa da liberdade diante de uma alternativa que nunca foi, de fato, uma alternativa.

Adeus, Milton Friedman! A sua morte nos deixa um desagradável sabor de orfandade. Espero que tenhamos suficiente maturidade para não voltarmos a cometer os erros magistralmente denunciados em sua obra. Porque inimigos da liberdade, há muitos. Defensores da liberdade, somos poucos. E raríssimos do calibre de um Milton Friedman.

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